João Carlos Beltrão (Fotógrafo e Diretor de Fotografia Audiovisual)
Nasceu em João Pessoa/PB, cresceu em Alagoa Grande/PB, no brejo
paraibano. Formado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e
desde 1997 atua como técnico de audiovisual na instituição, no Campus I, na
capital paraibana.
Em 2004,
participa de seu primeiro filme “Alma”, como fotógrafo. Em sua
trajetória profissional, João Carlos trabalhou com grandes diretores de
fotografia como Walter Carvalho, Valdir de Pina, Jacques Cheuíche, Mauro
Pinheiro Jr., Stephan Hess, Roberto Henkin, Jane Malaquias, Roberto Iuri, Paulo
Jacinto, Lula Carvalho e Manuel Clemente, que serviram de referência para sua
inserção nesse meio.
Como
diretor de fotografia, João Carlos B. é responsável por filmes tais como: “Tudo
que Deus Criou” de André da Costa Pinto, “Alma” de
André Morais, “O Cão Sedento” de Bruno de Sales, “O
Plano do Cachorro” de Arthur Lins e Ely Marques, “Cabaceiras” de
Ana Bárbara Ramos; “O Terceiro Velho” de Marcus Vilar, “Aqui” de
Torquato Joel, “Sanhauá” de Elinaldo Rodrigues, “ Ato
Institucional” de Helton Paulino e de parte considerável da recente
filmografia paraibana.
Em 2015,
João Carlos Beltrão realiza a sua primeira exposição fotográfica no festival de
audiovisual do Vale dos Dinossauros “FESTISSAURO”, onde foi o homenageado da
edição. A sua exposição “Retiniando-me”, segundo propõe o próprio João Carlos,
trata-se de “Alguns frames”. Eis os pedaços de uma vida”, a exposição foi
realizada na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no Campus de Sousa.
Homenagem - 2018
Romero Sousa (Diretor de Arte/ Estilista)
Residente
em João Pessoa, Romero Sousa é formado em Artes Visuais pela Universidade
Federal da Paraíba, com pós-graduação em Moda, na área de estilismo e modelagem
de artefatos em couro, e Psicopedagogia.
Professor
de Artes concursado pelo Estado da Paraíba e do Município de João Pessoa.
Lecionou no Curso de Produção de moda da Funetec - PB, ministrando a disciplina
Cenário e Figurino. Com amplo olhar para de moda, criou no ano de 1992, a
Empresa S.Pereira e Cia Ltda, onde
elaborou e produziu acessórios em Couro
da marca Z-AZ, sinônimo de tendência até
os dias de hoje. Foi um dos idealizadores do evento de Vanguarda, Mercado Capim
Fashion - Feira de Moda e Arte - que aconteceu entre 1997 e 2012; onde atuou
também como produtor.
Em
2007, foi convidado por meio da ABIT a expor na Prét a porter de
Paris, onde apresentou sua coleção verão 2008 de acessórios em algodão
colorido natural. Desde 2011, através Apex, expõe sua criação de estampas com
caráter regional na Première Vision Pluriel, dentro do setor Design, nas
edições de Paris e Nova York. Foi Diretor da Estação da Moda da PMJP
(2007/2015), onde produziu a Semana
Estação da Moda, FASHIONTECH - Concurso de Novos Estilistas, Revista Damoda,
Célula de Criação, entre outros.
Como
figurinista e cenógrafo assinou diversas produções de audiovisual como os
curtas: Transubstancial; Ilha; Ultravioleta e Moído. Nas produções Gravidade,
Transmutação e Moído, atuou como Produtor. Como Diretor de Arte assinou os
Longas: Beiço de Estrada e Ambiente Familiar. Atualmente, ministra o curso de
Direção de Arte no Cearte - PB.
Atuou
junto a Ong Coletivo Cunhã por meio de consultorias criativas, com o objetivo
de desenvolver produtos inovadores dentro das tipologias da renda renascença e
fuxico. A convite da estilista Fernanda Yamamoto, foi consultor de tipologias
artesanais dentro do projeto Histórias Rendadas. Atuou como Coordenador do Moda
PAP, núcleo de moda do Programa de Artesanato Paraibano. Atualmente consultor
do Sebraetec, onde realiza consultorias
de criação de coleção para Natural Cotton Color, Redes e Decoração Santa Luzia,
Laranja Mimo, entre outros.
Homenagens - 2017
Suely Bispo (Atriz)
A atriz e poeta Suely Bispo é formada
em História e Mestre em Estudos Literários pela UFES. Com mais de vinte anos de
carreira no Teatro, no ano de 2016 chegou à TV interpretando Doninha, na novela
Velho Chico, na Rede Globo.
No mestrado realizou o primeiro
trabalho acadêmico sobre o poeta Solano Trindade no Espírito Santo. Tem diversos
trabalhos publicados na área de História e Literatura. Em 2009 publicou seu
primeiro livro de poemas Desnudalmas, pela GSA, e em 2016, Lágrima
fora do lugar, pela editora Cousa.
Participa também do Sarau Afro-tons, em
Vitória e do Coletivo Louva Deusas, de produção de textos e desenhos eróticos
de mulheres negras, que em 2015 publicou a coletânea Além dos Quartos, em São
Paulo.
Seja na História, nas Artes Cênicas ou
na Literatura, seus trabalhos geralmente se relacionam com a valorização da
cultura negra, cidadania e ecologia.
Foi coordenadora do Museu Capixaba do
Negro de maio 2012 a outubro de 2013. Em 2017 lança segundo livro de
poemas Lágrima fora do lugar. Participa de algumas coletâneas
e possui vários artigos publicados na área de História e Literatura. É autora
também do livro Resistência negra na Grande Vitória: dos quilombos ao movimento
negro, que terá lançamento durante o 9º CineCongo, da sua segunda edição.
Verônica Cavalcanti (Atriz)
Atriz cearense radicada
na Paraíba. Formada em Letras e Artes Cênicas pela UFPB. Iniciou no teatro em
1998. Atualmente integra o grupo teatral Coletivo Alfenim, grupo de pesquisa
teatral e dramaturgia autoral que este ano completa dez anos de atividades.
No
Cinema e TV participou dos trabalhos:
-
Velho Chico/Luíz Fernando Carvalho
-
Cinema,aspirinas e urubus/Marcelo Gomes
-
O Grão/Petrus Cariry
-
Odete/Ivo Lopes Araújo
-
A Canga/Marcus Vilar
-
Onde Borges tudo vê/Taciano Valério
-
Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois/Petrus Cariry
-
A Poeira dos Pequenos Segredos/Bertrand Lira
-
O Fêrrolho/Taciano Valério
-
GIGA- Série/Taciano Valério
-
O Contínuo/Odécio Antônio
-
Ultravioleta/Dhiones do Congo
-
O Amor Nunca Acaba/Luíz e Ricardo Pretti
-
O Barco/Petrus Cariry
-
Pindo D'agua/Taciano Valéri
- Era uma vez eu, Veronica/Marcelo Gomes
Homenagem - 2016
Fernando Teixeira (Ator)
Natural de Conceição – PB. Nasceu no ano de
1942. Com Formação artístico-educacional: Cursou Pedagogia na UEPB,
Administração com Habilitação em Marketing na FACISA, Publicidade e Propaganda
na CESREI. Fernando Teixeira é Ator, dramaturgo e diretor. Já recebeu Prêmios
de Melhor ator no Festival Comunicurtas pela atuação em “O Hóspede”, de Anacã
Agra e Ramon Porto Mota.
Fernando Teixeira era um menino hiperativo
e peregrino na própria cidade, a arrumar malas e viver de mudanças. O que
ninguém sabe é que, quando essa história estava apenas começando, o jovem que
ainda ensaiava sua estreia teatral esteve, literalmente, atrás das grades. Eram
fins da década de 1950 e Teixeira acabava de ser convocado para o Exército.
“Quando eu me alistei na Junta Militar, um sujeito enfardado apareceu e
perguntou se havia voluntários para a Marinha. Eu cutuquei o colega ao lado e
cochichei: ‘Eu não vou porque sou de família’. O sujeito pediu que eu desse um
passo à frente e ordenou: ‘Você será o primeiro'”, conta o professor, ator,
diretor e dramaturgo.
No comando marítimo, em Natal (RN), o
futuro artista se revelou um recruta insubordinado. “Chegava o fim de semana e
me avisavam de João Pessoa que tinha festa no Clube Astréa. Eu demorava a
voltar e, quando me apresentava, já tinha uma cela esperando por mim. Aquilo
era um horror”, lembra Teixeira, que quase foi expulso da corporação por sua
boemia.
Foi na liberdade das coxias que ele
encontrou seu verdadeiro caminho: tendo sua “avant-première” no teatro, no
elenco do infantil Joãozinho Anda pra Trás, Fernando Teixeira viaja para São
Paulo e, por três anos, entra em contato com a estética revolucionária do
Teatro Oficina. “Você imagine o cabra sair de Conceição do Piancó, chegar a São
Paulo e se deparar com “O Oficina”. O bonde tocava e eu não sabia a direção”,
recorda Teixeira.
O retrospecto dos 73 anos de vida e 54 anos
atividade no teatro, no cinema e na televisão. Além das dezenas de espetáculos
encenados – entre eles o “Auto da Compadecida”, “Papa Rabo”, “Anayde, 15 anos
depois” e “Fogo Morto”.
O homem do teatro, como é celebrado na
Paraíba, também se dedica desde as grandes produções, a citar “Baixio das
Bestas”, de Claúdio Assis, O Lobisomem da Paraíba, Ilha, entre outros. Em sua
atuação com “O Hóspede”, de Anacã Agra e Ramon Porto Mota ganhou o prêmio de
melhor ator no Festival Comunicurtas.
Fernando Teixeira revela a história de um
ator encarcerado. “Sempre elogiaram o meu ator, mas eu nunca acreditei nele”,
confessa em meio às comemorações dos marcos de sua trajetória pessoal e
artística.
Voltando a Paraíba, em 1968, fundou o Grupo
Bigorna com Carlos Aranha e Jurandir Moura, com a montagem da peça “Navalha na
Carne”, de Plínio Marcos. Desde 2009, ele e o Bigorna têm viajado por mais de
60 cidades paraibanas, fazendo um mapeamento do movimento teatral do Estado e
apresentando o monólogo Esparrela onde o artista teve oportunidade de dirigir e
encenar um texto de sua própria autoria.
Esparrela conta a história do urubu
Arquimedes, aprisionado e treinado por Manoel para dançar em feiras livres da
região onde a história se passa. A morte de seu dono, porém, muda o destino da
ave. A estreia da peça em maio de 2009 também marcou a inauguração da sala
preta do grupo Bigorna, localizada no antigo Cilaio Ribeiro (Centro Cultural do
Terceiro Setor Thomas Mindelo), na praça Aristides Lobo, s/n, no Centro de João
Pessoa.
Esparrela tem conquistado o público e a
crítica especializada por onde passa. Foi convidado para participar da etapa
Paraíba do Festival Palco Giratório 2009, em setembro deste mesmo ano, em
Campina Grande. Em outubro foi um dos convidados do Festival Aldeia Sesc – Uma
Ação do Palco Giratório, em João Pessoa. Em novembro o espetáculo realizou três
apresentações como convidado da Mostra SESC Cariri de Artes, no Juazeiro
(17/10), no Crato (18/10) e Fortaleza (24/10). Após a chegada, já voltaram aos
palcos paraibanos. Dessa vez, para participar da Mostra Competitiva da XV
Mostra Estadual de Teatro e Dança. A apresentação foi em novembro, no Theatro
Santa Roza.
Em dezembro, Esparrela foi apresentado em
Monteiro (3/10) e em Ouro Velho (5/10), junto com o espetáculo infantil “Volver
e Fazer”, também dirigido por Fernando Teixeira. Em Monteiro (4/10) e (6/10) em
Ouro Velho. Paralelamente, o monólogo de Fernando Teixeira circulou pela
Paraíba até o mês de dezembro. A circulação se deu através de projeto
contemplado no Programa BNB de Cultura, que contou ainda com o espetáculo
infantil “Volver e Fazer”, dirigido por Fernando Teixeira.
Fernando Teixeira desabafa com intrepidez
“Minha infância foi muito braba, então sempre quis ser diretor porque diretor
era quem mandava, ator só recebia ordens”. O ator já teve passagens pelo cinema
e em longas-metragens. “Foi o cinema que me fez confiar no meu ator”, diz
Fernando.
Em abril de 2013, O Sebo Cultural realizou
o lançamento do livro “Fernando Peregrino – um perfil biográfico de Fernando
Teixeira em 50 anos de palco”, onde Fernando teve sua trajetória retratada no
livro pelo dramaturgo Tarcísio Pereira. O professor de teatro da Universidade
Federal da Paraíba, Everaldo Vasconcelos, foi quem assinou o prefácio dessa
edição. O livro é composto em 10 capítulos e está ilustrado com fotos de
espetáculos, cenas de filmes, fac-símiles de jornais de várias épocas e
opiniões de críticos brasileiros sobre Fernando Teixeira e seus espetáculos.
Em 2014, Fernando Teixeira foi homenageado
em João Pessoa na primeira Mostra Internacional de Teatro (MIT) no encerramento
do evento, onde o Grupo de Teatro Bigorna apresentou fragmentos do espetáculo “Esparrela”
no Teatro de Arena no Espaço Cultural José Lins do Rego. A entrada foi
gratuita.
A Crítica do evento revelou que Fernando
Teixeira mostrou nessa homenagem que se fez homem ao tempo em que se descobriu
artista. “Foi um lindo depoimento na noite de encerramento, o seu ponto mais
vibrante. E exemplar para uma época em que parte dos jovens talentos correm
atrás da celebridade instantânea. Um artista inteiro só pode nascer da
experiência construída passo a passo, não se faz do dia para a noite.”
Também em 2014, Fernando Teixeira foi
reverenciado juntamente com Jean-Claude Bernadet na abertura do IX Comunicurtas
UEPB. Na noite de abertura do evento, foram exibidos vídeos em tributo aos
homenageados da noite. Em discurso de agradecimento, Fernando Teixeira falou um
pouco sobre sua carreira e expôs a alegria de estar sendo homenageado. Com mais
de 50 anos de profissão ele enveredou-se pelo caminho do cinema há 10 anos e
desde então se despediu dos palcos do teatro para ganhar as telas de inúmeros
festivais audiovisuais.
Em 2015, Fernando foi ao palco do Teatro
Jofre Soares, Centro de Maceió apresentar seu consagrado solo Esparrela, do
Grupo de Teatro Bigorna, dentro da programação da etapa alagoana do Festival do
Teatro Brasileiro (FTB). O ator veterano falou de sua trajetória no teatro e
deu uma lição de vida e uma demonstração de amor às artes cênicas, Com uma
narrativa marcada pelo lirismo que transcende a linguagem regional da montagem,
Fernando Teixeira levou do riso às lágrimas as 180 pessoas que lotaram o Jofre
Soares.
Após a apresentação, o ator, dramaturgo e
professor aposentado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) permaneceu no
palco para contar um pouco de sua trajetória e responder a perguntas do
público. A mensagem principal foi destinada aos jovens atores alagoanos.
Fernando Teixeira é hoje considerado o nome
vivo mais importante do teatro e do cinema paraibano sendo um dos atores mais
respeitados da Paraíba. No momento ele comanda com sua esposa o grupo de teatro
Bigorna. O conjunto de obras e a conquista de prêmios consecutivos em Festivais
lhe credencia a representar de forma sucinta a encenação que faz na Paraíba
hoje.
Sua estreia na televisão se deu na novela
Velho Chico, da TV Globo, onde deu vida ao Coronel Floriano.
Homenagens - 2015
Zezita Matos (Atriz)
A paixão de Zezita Matos pela
atuação começou cedo, quando, ainda na cidade de Pilar, na Paraíba, ia assistir
a filmes no mercado público da cidade. Atualmente, com mais de 50 anos de
carreira, a atriz se mantém ativa e se dividindo entre participações em filmes
e montagens de espetáculos com o Coletivo de Teatro Alfenim, do qual faz parte.
Dentre as dezenas de peças que integrou estão Quebra-quilos e As Velhas. No
cinema, participou dos premiados Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), O Céu de Suely (2006) e Baixio das Bestas (2006).
Em 2014, venceu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Paulínia, por A História da Eternidade (2014).
- Cinema, Aspirinas e Urubus (2005)
- Menino de Engenho (1965)
Festival
de Cinema de Paulínia:
Rafael Spaca (Produtor Cultural)
Nasceu
em 29 de outubro de 1980. Em 2000 ingressou em Rádio, TV e Multimídia pela
Universidade Metodista de São Paulo, formando-se em 2003. Durante esse período,
mais precisamente entre 2002 e 2003, estagiou na Rádio Cultura FM, na Fundação Padre
Anchieta. Teve uma rápida passagem pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT),
quando foi convidado para ser um dos roteiristas do programa Casa dos Artistas,
em 2004.
De
2005 a 2010, trabalhou no Sesc Santo André, elaborando projetos que marcaram
época na Unidade, tais como: As 70 Almas
de Zé do Caixão (em homenagem aos 70 anos do cineasta José Mojica Marins); Gentileza gera Gentileza (intervenção
artística reproduzindo escritos do Profeta Gentileza nas pilastras da Unidade);
Gigantes em Pílulas (exposição de
miniaturas de expoentes da cultura popular brasileira pelas mãos do artista
plástico Zé Andrade) e os projetos infantis Letras
Miúdas e Pedro Bandeira está pra
Brincadeira (fomentando o saber e a leitura na vida das crianças).
É
idealizador do blog Os Curtos Filmes
(http://oscurtosfilmes.blogspot.com.br/), considerado um dos maiores e melhores
produtores de conteúdo sobre curtas-metragens do país e registra, desde agosto
de 2008, entrevistas inéditas e exclusivas a respeito do cinema nacional com
personalidades da área: desde diretores, como Evaldo Mocarzel, Paulo Morelli,
Aurora Duarte e Kiko Goifman, passando por atrizes, como Bianca Rinaldi, Zaira
Bueno e Helena Ignês, produtores como Antônio Polo Galante, e também com roteiristas
como Lusa Silvestre e Bráulio Montovani. Além das referidas entrevistas Os Curtos Filmes criou séries especiais
para falar de temas pouco abordados no jornalismo cultural brasileiro.
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